06/11/2021

Deltan deixa o MPF e Aras revela "absurdos"

O procurador-geral da República, Augusto Aras, afirmou à Revista Veja, após o pedido de demissão de Deltan Dallagnol, que “o Estado é mantido por meio de uma ordem jurídica estabelecida na Constituição e o combate à corrupção exige respeito ao devido processo legal".

"Este é o preço cobrado pelo processo civilizatório que elevou ao mais alto patamar o princípio da dignidade humana. Quem se habilita ao serviço público tem o dever de servir aos seus concidadãos”.
E as declarações, com o alvo bem claro, prosseguiram:

“O Ministério Público Federal tem quase 1200 membros, constituindo uma unidade institucional. Dessa forma, todos os membros, indistintamente, têm respeitada a dignidade pessoal e funcional, podendo fazer opção própria.

A Constituição Federal estabelece a impessoalidade dentre os princípios constitucionais da administração pública, de forma a manter a igualdade entre todos eles”, disse.

Basicamente o procurador geral da República lembrou a Dallagnol que ele não é melhor que nenhum de seus colegas de Ministério Público só porque obteve mais visibilidade.

Fica a lição que Sérgio Moro aprendeu a duras penas. Claro que todos devemos combater a corrupção, mas sem se deixar ser consumido pela vaidade, como aconteceu com o ex-magistrado paranaense.

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