04/02/2021

O êxodo das multinacionais

Se cruzar a porta de saída, a Audi se juntará à Ford, Ford Caminhões, Roche, EliLilly, Sony, Mercedes-Benz e Nikon, empresas que encerraram suas atividades industriais no Brasil desde o início do governo Bolsonaro. Diante do êxodo de multinacionais, muitos dizem que é hora de rever o Ministério da Economia. A pasta da Indústria, Comércio, Serviços e Inovação colocada sob o guarda-chuva de Paulo Guedes tornou-se um apêndice menor e ineficaz, com reflexos da economia, geração de empregos, retenção de talentos e outros danos. Guedes despreza qualquer tipo de política industrial e as empresas começam a optar para “bye, bye, Brasil”.

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